Foto: YelenaYemchuk | iStock
A cesta de produtos tradicionais para o Natal ficará 4,53% mais cara este ano, segundo prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe divulgada nesta terça-feira (18). A alta é significativamente menor que a de 2024 (9,16%) e representa a menor taxa desde 2019.
Itens que mais subiram
- Peru: +13,62%
- Azeitona: +12,53%
- Caixa de bombom: +10,81%
- Chester: +13,85% (fora da cesta oficial)
- Filé mignon: +9,70% (fora da cesta oficial)
O azeite de oliva foi a única exceção, com queda de 23,06% nos preços.
Planejamento e economia para as festas
O valor médio da cesta completa chegou a R$ 453,06, mas especialistas destacam que é possível reduzir esse impacto com estratégias inteligentes. O coordenador do IPC-Fipe, Guilherme Moreira, reforça a importância do planejamento antecipado para economizar nas festas. Entre as recomendações estão a antecipação de compras de itens não perecíveis e congelados, a pesquisa de preços em diferentes estabelecimentos (incluindo atacarejos e comércio local) e a substituição de produtos que registraram altas muito expressivas, como optar por lombo suíno em vez de filé mignon ou buscar alternativas ao peru tradicional.
Cenário favorável para o consumidor
A inflação mais moderada na cesta natalina traz alívio para o orçamento familiar, especialmente quando comparada ao aumento de 9,16% registrado em 2024. Esse comportamento reflete o melhor controle inflacionário no setor de alimentos ao longo do ano, com destaque para a expressiva queda de 23,06% no azeite de oliva, que havia puxado as altas em períodos anteriores.O cenário geral é de maior previsibilidade e estabilidade, permitindo que as famílias planejem suas ceias com mais tranquilidade. A pesquisa da Fipe analisou 15 produtos da cesta tradicional e 11 itens natalinos adicionais, confirmando uma tendência de desaceleração nos preços dos alimentos típicos de fim de ano.







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