Mais que um jogo: residenciais criam experiências para os dias de Copa

Programações em áreas comuns transformam os dias de jogo em oportunidades de convivência entre moradores em São Paulo

Créditos: Divulgação

Assistir aos jogos da Seleção Brasileira em casa continua sendo uma tradição. A diferença é que, para muitos moradores, a experiência tem ultrapassado os limites do apartamento e ocupado rooftops, lounges e áreas compartilhadas, transformados em espaços de convivência durante a Copa do Mundo FIFA 2026.

Em uma cidade marcada por longos deslocamentos e agendas cada vez mais intensas, a busca por experiências próximas de casa tem ganhado espaço. Durante a Copa do Mundo FIFA 2026, empreendimentos residenciais em São Paulo apostam em programações coletivas para reunir moradores e transformar os dias de jogo em momentos de convivência.

Nos residenciais Ayra Pinheiros, Ayra Moema e Ayra Higienópolis, administrados pela Greystar, os moradores poderão acompanhar as partidas da Seleção Brasileira em telões instalados nos rooftops e áreas comuns. A programação inclui experiências gastronômicas e atividades voltadas à integração dos residentes, criando oportunidades para encontros entre vizinhos durante o torneio.

A iniciativa reflete uma mudança mais ampla na forma como as pessoas se relacionam com os espaços onde vivem. Mais do que áreas destinadas ao lazer, ambientes compartilhados vêm assumindo um papel cada vez mais importante na construção de experiências e conexões dentro dos residenciais.

“A Copa do Mundo é um dos eventos mais relevantes para os brasileiros e tem um enorme potencial de reunir pessoas. Queremos que os moradores vivenciem essa experiência de forma coletiva, confortável e integrada, fortalecendo os vínculos dentro da comunidade”, afirma Livia Miceli, Head de Marketing e Comercial da Greystar.

A valorização dos espaços compartilhados acompanha transformações no comportamento urbano e na forma de morar. Em grandes centros, cresce o interesse por ambientes que ofereçam conveniência, bem-estar e oportunidades de socialização sem a necessidade de grandes deslocamentos. Nesse contexto, áreas comuns passam a funcionar como extensões da vida social dos moradores.

“Os moradores estão valorizando cada vez mais espaços que favoreçam encontros e experiências compartilhadas. Eventos de grande mobilização, como a Copa do Mundo, mostram como as áreas comuns podem funcionar como pontos de convivência e fortalecer o senso de comunidade dentro dos empreendimentos”, destaca Livia Miceli.

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